OS ÁRABES NÃO TÊM PRESSA
Os árabes, que já eram o “mundo civilizado” quando o Texas ainda era do México e o México ainda era de Montezuma. E divulgaram os algarismos, claro, arábicos – sem os quais nossas empregadas domésticas estariam ao telefone: “Aqui fala MIC, MIC,XIXI” - a goma tbm arábica e os arabescos. Seriam incapazes de violência tão evidente – e vc sabe do que estou falando. Pois têm tecnologia imemorável, com poder inacreditável, que poderia até já ter sido usada para destruição total dos inimigos. Curioso é que os talibãs do mundo ocidental nem percebem isso. Não sabem com quem (ñ) estão falando.
Os árabes, como já provaram nos séculos em que dominaram a Península Ibérica (ainda é I Ibérica, ñ), têm paciência do jóquei. Mas, no momento a pressão ocidental sobre eles – sobre o Iraque e Afeganistão, o Irã, a Síria e a Venezuela (ñ é árabe? Entra no pacote) - já ameaça a sobrevivência do mundo de Cassius Clay.
Foi por temor à violência do Império do Sol – América do Norte – que os árabes, em tempos mais remotos do que os maremotos se prepararam pra sua autodefesa. “Plantando”, no Império sempre agressor, como obras de arte, milhares de lâmpadas de óleo, ricamente decoradas, sagradas e consagradas, que os poderosos infiés passaram, inadvertidamente, a comprara por altos preços. E conservar como preciosidade e orgulho da decoração de suas mansões.
Dentro de cada uma dessas lâmpadas, mt antes da tecnologia da internet e do google, profetas e sábios colocaram um Gênio (criação totalmente biológica) com todo o poder conhecido na época e tbm por inventar. Esse Gênio – por ser super-humano – pode dormir durante séculos.
São todos em princípio! , gênios do bem. Ñ há quem ñ tenha ouvido uma história em que um desses Gênios sai de sua lâmpada e tonitroa: “Faça três pedidos!” e atende a qq pedido do cidadão premiado por essa loteca metafísica.
Os cientistas do ocidente, pra se defenderem da pp ignorância, sempre rotulam essa tecnologia como histórias das Mil e Uma Noites. Coisas de Sherazades. E nunca atentaram pra que, e com que, forças cósmicas esses Gênios atuariam, já que estão acima de quaisquer limitações do tempo e da matéria.
Pois, é. Enquanto isso os Gênios estão dormindo, ignorados, dentro de milhares de casas americanas, ñ por acaso as mais ricas e prepotentes. E, esperam pra reagirem à agressão e às acusações que recebem apenas um sinal que, por ironia da sorte, pode ser dado pelo inimigo – digamos uma bomba caindo numa usina nuclear do Irã.
Lâmpadas? Ñ é só. O Império do Sol ocidental e sua tecnologia militar tbm aparentemente invencível ignoram, tola e superiormente, o mais maravilhoso meio de transporte aéreo jamais inventado – o tapete mágico. Voa a qq altura e velocidade, ñ necessita combustível – portanto ñ pode ser acusado de incitar à guerra do petróleo – e, em milhares de anos de uso, jamais sofreu uma queda ou falha mecânica nem mostra nenhuma fadiga material.
O tapete do rei Salomão – árabe israelense, veja o Corão - era de seda verde. Em viagens o trono do monarca era colocado nele. Cabia? Ora. O tapete era tão grande que nele cabiam todas as forças militares e servidores civis. E, atentem mais importantes, do que isso, tbm todas as forças espirituais. Os homens e mulheres ficavam à direita do tapete, os espíritos à esquerda. Quando todos estavam a bordo, Salomão apenas indicava aos ventos aonde queria ir e lá ia ele, o tapete, à velocidade que o Rei comandasse – a do homem, do cavalo, a do vento a do raio. Grandes pássaros, de asas abertas, protegiam todos do sol.
No século X a. c., Salomão, como sempre sabiamente, achou prudente fabricar tapetes para exportação (infiltração!) em países do Mal. E hoje milhares de residências e palácios na Europa e na América do Norte têm, em seus soalhos ou paredes, magníficos, e caríssimos, exemplares de Selçuks, Bokharas, Karachis e Shirazes. Junto a milhares de lâmpadas com Gênios dormitando dentro delas.
Esperando.
O ataque ao Irã.
Ou à Venezuela. Millor Fernandes.